Abra várias frentes:
1) Alugue o seu imóvel, ou uma parte - dica: airbnb.com.br
4) Dê uma carona para outrem ! - dica: blablacar.com
Já , já outras 13 ideias para ganhar
dinheiro agora ! Já !
Há alguns meses, veículos sem motorista já circulam em campus da USP.Foi feito na terça-feira (22/10/2013), em São Carlos, no interior de São Paulo, eles vão finalmente sair para um teste em vias públicas.
Os testes do veículo inteligente que dispensa motorista serão feitos por pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC).
Munido com dois computadores, sensor a laser, câmeras e GPS, o veículo do projeto Carro Robótico Inteligente para Navegação Autônoma (CARINA) deve percorrer cerca de 20 quilômetros, mantendo uma distância segura de outros veículos, identificando os semáforos do caminho, respeitando os sinais vermelhos e avançando nos verdes.
Dentro do campus, o veículo que será testado já rodou mais de 150 quilômetros de forma totalmente autônoma.
A Guarda Municipal acompanhará o carro robótico pelo trajeto, mas o trânsito será aberto para que os demais veículos circulem normalmente.
O veículo não deve ultrapassar 40 km/h e haverá um motorista dentro do carro pronto para assumir o controle em caso de problema nos sistemas computacionais.
"O teste nas ruas é a etapa final de validação de todo um trabalho árduo que vem sendo desenvolvido", afirmou o professor Denis Wolf, coordenador do projeto.
No Brasil, o desenvolvimento da tecnologia teve início em 2007. Os pesquisadores do INCT-SEC( Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos) e do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP, começaram os estudos com um carro elétrico chamado Carina I. Em 2011, os estudos multidisciplinares passaram a ser feitos em um carro convencional, o Carina II - o veículo que será testado na terça-feira.
Veja mais informações também sobre o Carina III na reportagem Veículos sem motorista já circulam em campus da USP.
O projeto do carro autônomo inteligente envolve conhecimentos de visão computacional, inteligência artificial, fusão de sensores, sistemas embarcados, processamento de sinais, entre outros.
Criado boneco de metal líquido, tipo Exterminador do Futuro
Redação do Site Inovação Tecnológica - 10/07/2013
Exterminador do Futuro? Criado boneco de metal líquido A tecnologia de metais líquidos deverá ser útil para conectar componentes eletrônicos em chips 3D. [Imagem: Michael Dickey]
Ainda não é nenhum Exterminador do Futuro, mas está pronto o primeiro boneco de metal líquido, que fica de pé, sem se "derramar", a temperatura ambiente.
Como é fácil de prever, o boneco foi construído com a ajuda da técnica de impressão 3D.
"É difícil criar estruturas de líquidos, porque os líquidos gostam de formar gotas. Mas descobrimos que uma liga de metal líquido de gálio e índio reage com o oxigênio do ar a temperatura ambiente para formar uma 'pele', que permite que o metal líquido se estruture para manter suas formas," explicou o Dr. Michael Dickey, da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.
A equipe de Dickey tem uma longa lista de realização no campo dos metais líquidos, incluindo uma memória biomecatrônica, antenas semilíquidas, fios metálicos que se esticam mais que borracha e até um origami que se dobra automaticamente sob ação da luz.
Só que, desta vez, a ideia veio de um estudante de graduação, que procurou a equipe com a ideia.
Segundo o Dr. Dickey, o projeto não teria sido realizado sem a participação de Collin Ladd: "Ele ajudou a desenvolver o conceito e literalmente criou essa tecnologia juntando peças sobressalentes que ele próprio encontrou."
Será que isso quer dizer que um robô tipo Exterminador do Futuro possa sair de alguma oficina de garagem?
Provavelmente não. E, antes de pensar em fazer robôs morfologicamente ativos, os pesquisadores afirmam que a tecnologia de metais líquidos deverá ser útil para conectar componentes eletrônicos em chips 3D.
Enquanto é relativamente fácil moldar conexões metálicas no plano, estruturas de metal líquido que se mantenham em qualquer posição poderão viabilizar a construção de fios que se moldam para alcançar componentes acima e abaixo.
Metal líquido fornece energia e retira calor de chip 3D Bibliografia:
3-D Printing of Free Standing Liquid Metal Microstructures Collin Ladd, Ju-Hee So, John Muth, Michael D. Dickey Advanced Materials Vol.: Article first published online DOI: 10.1002/adma.201301400

Plásticos agora também conduzem calor Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/11/2014 Plástico condutor de calor
O plástico condutor de calor é resultado de uma mistura de polímeros, cujas moléculas se juntam para formar uma rede interna que conduz o calor. [Imagem: Joseph Xu/Michigan Engineering]
Plástico condutor de calor
O cinto de utilidades dos engenheiros já pode contar com um novo material que traz suas próprias vantagens para um reino até há pouco tempo restrito aos metais e ligas metálicas.
Gun-Ho Kim e seus colegas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, criaram um plástico capaz de conduzir calor.
A capacidade de conduzir eletricidade já havia sido suficiente para tornar os plásticos as grandes estrelas da eletrônica orgânica e dos circuitos eletrônicos flexíveis, assim como dos LEDs e células solares.
A capacidade de condução térmica dos plásticos deverá não apenas facilitar a dissipação do calor gerado no interior de computadores e outros equipamentos eletrônicos nos quais o material está sendo usado, como também viabilizar a criação de dissipadores finos e flexíveis para veículos e equipamentos industriais.
Cadeias poliméricas
O plástico condutor de calor é resultado de uma mistura de polímeros, cujas moléculas se juntam de forma a estruturar uma rede interna capaz de conduzir o calor.
"As cadeias poliméricas na maioria dos plásticos parecem-se com espaguete," explica o professor Kevin Pipe. "Elas são longas e não se ligam bem entre si. Quando o calor é aplicado a uma extremidade do material, isto faz com que as moléculas do local vibrem, mas essas vibrações, que transportam o calor, não podem se mover entre as cadeias porque elas são ligadas entre si muito fracamente."
A equipe descobriu então uma forma de ligar fortemente longas cadeias de polímeros de um plástico chamado PAA (ácido poliacrílico) com cadeias curtas de outro plástico chamado PAP (piperidina poliacrílica). A mistura resultou em ligações de hidrogênio que são de 10 a 100 vezes mais fortes do que as forças que mantêm unidas as cadeias em outros plásticos.
"Melhoramos essas conexões de forma que a energia térmica pode encontrar caminhos contínuos através do material," disse Kim. "Ainda há um longo caminho a percorrer, mas este é um passo muito importante que demos para entender como projetar plásticos com essa funcionalidade. Dez vezes melhor ainda é uma condutividade térmica muito mais baixa que a dos metais, mas nós abrimos a porta para continuar melhorando."
Bibliografia: High thermal conductivity in amorphous polymer blends by engineered interchain interactions Gun-Ho Kim, Dongwook Lee, Apoorv Shanker, Lei Shao, Min Sang Kwon, David Gidley, Jinsang Kim, Kevin P. Pipe Nature Materials Vol.: Published online DOI: 10.1038/nmat4141
Menor escultura do mundoEsta que pode ser uma das menores esculturas já feitas é pequena o suficiente para passar com folga pelo buraco de uma agulha.
Seu criador, o "articientista" Jonty Hurwitz, garante que é a "menor criação de uma forma humana da história".
A escultura mede aproximadamente 80 x 100 x 20 micrômetros - um micrômetro equivale a um milésimo de milímetro.
A escultura foi criada usando uma nova tecnologia de microimpressão 3D, baseada em uma técnica chamada litografia de multifótons.
Em última análise, estruturas nessas dimensões são criadas usando o fenômeno físico da absorção de dois fótons. Os pesquisadores costumam usar essa técnica para fabricar componentes fotônicos ou optoeletrônicos - ou para escrever sobre fios de cabelo.
Criatividade e inovação
Uma pesquisa criativa deve sustentar uma investigação e propor uma resposta original à questão levantada. Uma contribuição criativa apresenta um método eficiente e confiável de resolver um problema. É importante ressaltar a diferença entre a simples utilização de equipamentos e o uso de equipamentos para resolver um problema de forma criativa.
O projeto é original e demonstra criatividade na questão que levanta? A solução é criativa? A análise ou interpretação dos dados é criativa?
O uso do equipamento foi criativo? Foi construído um equipamento novo
Para projetos de engenharia as perguntas na seção 2B são mais adequadas.
A definição do problema está clara e sem ambiguidade?
A hipótese está bem definida?
O problema foi bem delimitado para poder conduzir a uma solução possível. Houve um planejamento para chegar à solução?
As variáveis foram bem identificadas e definidas?
No caso da necessidade de pontos de controle, estudante os identificou e aplicou corretamente?
Os dados levantados são suficientes para sustentar as conclusões?
O estudante reconhece as limitações dos dados?
O estudante compreende a ligação do projeto com pesquisas similares?
O estudante identificou como pode dar continuidade à pesquisa?
O estudante apresentou uma bibliografia científica ou popular?
O objetivo do projeto está claro? O objetivo tem relevância para o usuário final? A solução apresentada funciona? É economicamente viável?
A solução apresentada poderia ser utilizada na produção de um produto final?
A solução é melhor do que soluções alternativas?
A solução foi testada em ambientes reais de utilização?
A meta foi concluída dentro do escopo originalmente previsto? Qual é o grau de resolução do problema?
As conclusões se baseiam em um único experimento ou vários?
As anotações são completas? Quanto?
O estudante conhece as outras soluções ou teorias?
O estudante tem conhecimento de publicações científicas no assunto?
O estudante é qualificado para utilizar o equipamento, o laboratório, o sistema computacional para coleta de dados?
Em que local o projeto foi executado? (residência, escola, laboratório etc.)
O estudante teve ajuda de parentes, professores, cientistas ou engenheiros?
O projeto foi executado sob a supervisão de um adulto ou o estudante trabalhou na maior parte do tempo sozinho?
O equipamento utilizado foi construído pelo estudante? Foi emprestado? Alugado? Fica no laboratório onde o estudante trabalhou?
O estudante apresenta com clareza o projeto, o objetivo, o procedimento utilizado e as conclusões?
O material escrito reflete o conhecimento do estudante sobre a pesquisa?
As fases do projeto são apresentadas de maneira organizada e ordenada?
Os dados estão claros?
Os resultados estão claros?
O painel de apresentação do projeto explica bem a pesquisa?
A apresentação oral foi clara?
O estudante obteve ajuda de outros na preparação da apresentação do trabalho?
As tarefas e contribuições dos membros da equipe estão claras?
Todos participaram do projeto e entendem os diferentes aspectos?
O trabalho final reflete o trabalho e a cooperação de todos?
Há mais de 3 estudantes que participaram do projeto?
A pesquisa reflete o trabalho apenas dos 2 ou 3 estudantes inscritos?